Rosa do Outono
Rosa que brotou no primeiro dia do outono há um punhado de anos. Um coração feito de céu, onde brota chuva e arco-íris. Uma tulipa amarela! Um raio de música! E fios de poesia entre os cabelos... Flor miúda, escondendo o sorriso debaixo das pétalas. Rio de emoções... É perigoso se afogar!

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28/05/2012 @ 12:05
com 1,061 notes

Os tristes acham que o vento geme;
Os alegres acham que ele canta. — Luís Vernando Veríssimo (via flor-de-papel)

26/05/2012 @ 21:21
com 22 notes

http://outubros.tumblr.com/

Eu sempre quis explicar o ritmo da nossa música, mas você deu a entender que já sabia tocá-la muito bem. E hoje, às oito e quinze da noite, resolvi tocá-la na minha boca para que você possa escutar no meu tom. Dentro das minhas entranhas, espero que consiga sentir.

Só dois, dois dedilhados. Um vai e o outro volta, é sempre assim. Você fecha os olhos devagarinho e coloca um sorriso bem de leve no rosto ao primeiro toque. Vai e volta, parece que a nossa dança é um pé pra frente, pé pra trás. Nós nunca saímos do lugar, nunca mesmo. É tão estranho que, de tanto dançar (um pé pra frente e o mesmo pra trás, com o outro fincado no chão), os nossos sapatos ficaram com as solas desgastadas e daqui a pouco vamos sentir as pedras da rua arranhando a pele. O mais estranho é que você sorri mais ainda, agora mostra os dentes. E eu sinto, sinto mesmo, que você também sente a música no céu da boca - com as estrelas do dedilhado palpitando em todas as partes de dentro, todas as estrelas desceram pra assoprar o seu estômago e causar esse frio na barriga.

Numa pausa do violão, a gente escuta uns toques mudos do piano. Nada que desfaça o gosto gentil do dedilhado. Quando a música para, nós voltamos a ser quem somos. Nem menos fantásticos, melhores nem nada; só nós. E continuamos dançando. Mesmo sem música.

Amanda Lua, sobre a minha única exceção.

26/05/2012 @ 20:53
com 179 notes

Eu não quero ver você cuspindo ódio,
Eu não quero ver você fumando ópio,
pra sarar a dor.
E não quero ver você chorar veneno,
não quero beber o seu café pequeno,
Eu não quero isso,
seja lá o que isso for. — Zeca Baleiro; Bandeira   (via desejo-lhe)

25/05/2012 @ 22:44
com 82 notes

Eu vejo nuvens no chão e azulejos no céu. — Nayara C.  (via voracius)

25/05/2012 @ 22:36 com 9,963 notes
Que coisa mais linda!
Jogar-me sobre as flores, sentir um cheiro de manhã cedo e sorrir para os desenhos das nuvens!

Que coisa mais linda!

Jogar-me sobre as flores, sentir um cheiro de manhã cedo e sorrir para os desenhos das nuvens!

24/05/2012 @ 12:28
com 1,090 notes

Te dou um Céu
Cheio de Estrelas
Feitas com caneta bic
Num papel de Pão. — Zeca Baleiro.  (via florices)

23/05/2012 @ 21:19
com 786 notes

Não sei por que, sorri de repente, e um gosto de estrela me veio na boca. Eu penso em ti, em Deus, nas voltas inumeráveis que fazem os caminhos… Em Deus, em ti, de novo… Tua ternura tão simples. Eu queria, não sei por que, sair correndo descalço pela noite imensa. — Mário Quintana. (via re-mar-amar)

23/05/2012 @ 21:15
com 1,585 notes

Estávamos ali com o céu em nós. As mãos, unindo os nervos, faziam das duas criaturas uma só, (…). — Machado de Assis, Dom Casmurro (via prosa-poesia)

23/05/2012 @ 21:13
com 306 notes

Não ande, moça bonita,
Você pode machucar os pés,
Voe — Danielly Tormem  (via poetizar-flores)

21/05/2012 @ 22:39
com 230 notes

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada, toda Bossa é nova e você não liga se é usada, todo o carnaval tem seu fim. — Los Hermanos. (via capitu-a)

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